Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
O novo ARCEBISPO impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
Eu, Dom Daniel, ao assumir o Ofício de Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba do Sul, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, tanto em palavras por mim proferidas quanto em meu procedimento.
Com grande diligência e fidelidade, desempenharei o ministério episcopal que me foi confiado em função da Igreja, tanto universal quanto particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício.
Guardarei íntegro o depósito da fé, transmitindo e explicando-o fielmente; evitarei, portanto, qualquer doutrina que a ele seja contrária.
Hei de promover a disciplina comum de toda a Igreja, zelando pela observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo as contidas no Código de Direito Canônico.
Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados pastores, como autênticos doutores e mestres da fé, e o que estabelecem como orientadores da Igreja. Prestar-lhes-ei fiel auxílio para que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja.
Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos que toco com minhas mãos.
Pela disposição da divina clemência, constituídos na Cátedra do Bem-aventurado Pedro, voltamos assiduamente Nossos pensamentos a todas as Igrejas, a fim de prover sem demora a cada rebanho os auxílios espirituais e idôneos condutores de almas. Assim, encontrando-se a Igreja Metropolitana da Paraíba do Sul vacante de seu próprio Pastor, em virtude da transferência do Nosso Venerável Irmão Murilo Cardeal Herrmann para a Sé de León, deliberamos com o maior empenho confiar o seu governo a um homem de comprovada fé.
Lembramo-Nos, pois, de ti, Venerável Irmão, cuja prudência pastoral, excelência de doutrina e sobressalentes virtudes brilharam claramente na regência da Diocese de Coxipó. Por isso, julgamos do mais alto interesse entregar a ti, dotado de tamanhos dotes de ciência e piedade, o cuidado desta venerável comunidade.
Nestes termos, na plenitude da Nossa autoridade Apostólica, desligando-te dos laços que te prendiam à Igreja de Coxipó, te constituímos e nomeamos Arcebispo Metropolitano da Paraíba do Sul, concedendo-te todos os direitos, faculdades e encargos inerentes a esta dignidade.
Cuidarás de emitir a profissão de fé e o juramento de fidelidade a Nós e a esta Sé Apostólica, segundo as prescrições dos sagrados cânones, antes de tomares posse canônica.
Mandando, finalmente, que esta Nossa Carta seja lida na igreja catedral ao clero e ao povo, exortamos estes diletos filhos a que te acolham com reverência e te sigam prontamente como a seu pai e mestre.
Bispo: Oremos.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℣.: Depois da multiplicação dos pães, Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões. Depois de despedi-las, Jesus subiu ao monte, para orar a sós. A noite chegou, e Jesus continuava ali, sozinho. A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados, e disseram: “É um fantasma”. E gritaram de medo. Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”
℟.: Amém.
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: O Senhor te cobrirá com sua sombra, sob suas asas encontrarás abrigo.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
℟.: Amém.
Aos nove dias do mês de agosto do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, na Arquidiocese da Paraíba do Sul, sob a presidência de Sua Excelência Reverendíssima Dom Luís Fernando, Núncio Apostólico no Brasil, na presença dos senhores cardeais e bispos, dos sacerdotes do clero metropolitano da Arquidiocese da Paraíba do Sul, demais sacerdotes convidados e incardinados a diversas dioceses de nossa comunidade, na presença também de diversos religiosos e religiosas, autoridades civis e militares e do povo de Deus, foi apresentado e empossado o novo Arcebispo Metropolitano da Paraíba do Sul, o Eminentíssimo e Reverendíssimo DOM DANIEL CARDEAL BEZERRA.
No início da cerimônia, Sua Excelência Reverendíssima Dom Luís Fernando dirigiu algumas palavras sobre o ministério pastoral do novo Arcebispo em meio ao povo de Deus, ressaltando a missão de conduzir, com zelo e caridade, a Igreja Particular da Paraíba do Sul, bem como o compromisso necessário para o crescimento da Evangelização e da comunhão eclesial em toda a Arquidiocese.
Em seguida, entregou o báculo ao novo Arcebispo, como sinal de seu ministério pastoral e de sua missão de conduzir o rebanho que lhe foi confiado, bem como lhe deu a posse da Cátedra Arquiepiscopal, de onde presidirá a comunidade eclesial arquidiocesana.
Tendo recebido a calorosa acolhida por parte do Colégio dos Consultores, dos membros do clero, dos religiosos e religiosas, das autoridades civis e militares e do povo de Deus da Arquidiocese da Paraíba do Sul, o novo Arcebispo deu seguimento à celebração.
A Santa Missa prosseguiu conforme o rito próprio, sendo marcada pela ação de graças a Deus e pela manifestação da comunhão de toda a Igreja Particular. Ao final da celebração, o Arcebispo empossado agradeceu a acolhida, as orações e o carinho recebidos do clero, dos religiosos e religiosas e de todo o povo de Deus da Arquidiocese da Paraíba do Sul, colocando seu ministério sob a proteção de Nossa Senhora da Assunção, Padroeira da Arquidiocese.
Nada mais tendo a tratar, eu, Frei José Gabriel, OC-M., Chanceler Arquidiocesano, lavrei a presente ata, que, após lida e achada conforme, foi por mim assinada, bem como pelo Arcebispo empossado, pelos Eminentíssimos Senhores Cardeais, Excelentíssimos Senhores Bispos e Arcebispos, pelo Colégio dos Consultores, pelos sacerdotes presentes, representantes da vida consagrada e representantes dos leigos.
Dado e passado no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, aos nove dias do mês de agosto do ano da graça do Senhor de dois mil e vinte e seis, sob as armas e o selo da Chancelaria da Arquidiocese da Paraíba do Sul.
AVISOS E AGRADECIMENTOS
BÊNÇÃO FINAL
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

