LIVRETO CELEBRATIVO
Encerramento da Visita Apostólica e Abertura do Jubileu Arquidiocesano Sacerdotal
PRESIDE: S.S Papa Bento VIII

CONSIDERANDO que, no dia 12 de outubro de 2026, a Arquidiocese da Paraíba do Sul celebrará o quinto aniversário de sua criação, ocorrida em "12 de outubro de 2021";
CONSIDERANDO que, no ano de 2026, celebramos os 240 anos do nascimento de São João Maria Vianney, modelo de santidade, zelo pastoral e fidelidade sacerdotal;
CONSIDERANDO a importância de proporcionar ao clero arquidiocesano um tempo especial de graça, renovação espiritual e pastoral, fortalecendo a unidade, a fraternidade e a comunhão entre os sacerdotes;
CONSIDERANDO a importância de fortalecer a unidade, a comunhão e a fraternidade entre a Arquidiocese da Paraíba do Sul e as demais Igrejas Particulares que compõem a Província Eclesiástica da Paraíba do Sul;
POR ISSO,
em virtude de nossa missão pastoral,
DECRETAMOS:
Art. 2º - O Jubileu terá início em 29 de agosto de 2026, com a Santa Missa de Abertura, presidida pelo Santo Padre, Papa Bento VIII, e será encerrado em 29 de agosto de 2027.
Confiamos este Jubileu à intercessão de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira da Arquidiocese, e de São João Maria Vianney, para que nossos jovens permaneçam fiéis a Cristo e generosos no serviço ao povo de Deus.
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
℟.: Amém.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Oremos.
foste mais forte, tiveste mais poder.
Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro,
todos zombam de mim.
clamando contra a maldade e invocando calamidades;
a palavra do Senhor tornou-se para mim
fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro.
nem falar mais em nome dele".
Senti, então, dentro de mim um fogo ardente
a penetrar-me o corpo todo:
desfaleci, sem forças para suportar.
Desde a aurora ansioso vos busco!
A minh'alma tem sede de vós, †
minha carne também vos deseja, *
como terra sedenta e sem água! R.
para ver vossa glória e poder.
e por isso meus lábios vos louvam. R.
e elevar para vós minhas mãos!
como em grande banquete de festa;
cantará a alegria em meus lábios, *
ao cantar para vós meu louvor! R.
de vossas asas à sombra eu exulto!
com poder vossa mão me sustenta. R.
a vos oferecerdes em sacrifício vivo,
santo e agradável a Deus:
Este é o vosso culto espiritual.
renovando vossa maneira de pensar e de julgar,
para que possais distinguir o que é da vontade de Deus,
isto é, o que é bom, o que lhe agrada,
o que é perfeito.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
que devia ir a Jerusalém
e sofrer muito da parte dos anciãos,
dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei,
e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.
e começou a repreendê-lo, dizendo:
"Deus não permita tal coisa, Senhor!
Que isso nunca te aconteça!"
"Vai para longe, satanás!
Tu és para mim uma pedra de tropeço,
porque não pensas as coisas de Deus,
mas sim as coisas dos homens!"
"Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo,
tome a sua cruz e me siga.
e quem perder a sua vida por causa de mim,
vai encontrá-la.
mas perder a sua vida?
O que poderá alguém dar em troca de sua vida?
virá na glória do seu Pai, com os seus anjos,
e então retribuirá a cada um
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos para celebrar o mistério pascal de Cristo, somos chamados a renunciar a nós mesmos, tomar a nossa cruz e seguir o Senhor. Com confiança, elevemos ao Pai as nossas preces, dizendo:
℟.: Senhor, escutai a nossa prece.
1. Pela santa Igreja de Deus, pelo Papa e por todos os seus pastores, para que o Espírito Santo os fortaleça na missão de conduzir o povo de Deus, oremos.
2. Pela Província Eclesiástica da Paraíba do Sul, pelas Dioceses do Planalto, de Coxipó e de Assunção Paulista, e pela Arquidiocese da Paraíba do Sul, para que cresçam na unidade, na fé e no ardor missionário, oremos.
3. Pelo Santo Padre, que nos visita como sinal de comunhão e unidade, para que sua presença entre nós renove a esperança e fortaleça todos os que trabalham pelo Evangelho, oremos.
4. Pelos bispos, sacerdotes, seminaristas, religiosos e leigos de nossa Província, para que, unidos ao sucessor de Pedro, sejam fiéis à vocação recebida e testemunhem Cristo com alegria, oremos.
Pres.: Deus, nosso Pai, acolhei as preces da vossa Igreja e concedei-nos a graça de seguir vosso Filho com fidelidade, tomando cada dia a nossa cruz e colocando a nossa vida a serviço do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
℣.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


