LIVRETO CELEBRATIVO | Santa Missa de Abertura do Jubileu Arquidiocesano Sacerdotal


 LIVRETO CELEBRATIVO 

Encerramento da Visita Apostólica e Abertura do Jubileu Arquidiocesano Sacerdotal 

PRESIDE: S.S Papa Bento VIII


RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

LEITURA DO DOCUMENTO DE PROCLAMAÇÃO 

DOM DANIEL CARD. BEZERRA 
Por mercê De Deus e da Santa Sé Apostólica
ARCEBISPO METROPOLITANO  PARA PARAÍBA DO SUL

DECRETO DE PROCLAMAÇÃO DO JUBILEU ARQUIDIOCESANO SACERDOTAL 

Prot. N⁰ 62/2026

A todos os que este Decreto virem, saudação, paz e bênção em Nosso Senhor Jesus Cristo.

CONSIDERANDO que, no dia 12 de outubro de 2026, a Arquidiocese da Paraíba do Sul celebrará o quinto aniversário de sua criação, ocorrida em "12 de outubro de 2021";

CONSIDERANDO que, no ano de 2026, celebramos os 240 anos do nascimento de São João Maria Vianney, modelo de santidade, zelo pastoral e fidelidade sacerdotal;

CONSIDERANDO a importância de proporcionar ao clero arquidiocesano um tempo especial de graça, renovação espiritual e pastoral, fortalecendo a unidade, a fraternidade e a comunhão entre os sacerdotes;

CONSIDERANDO a importância de fortalecer a unidade, a comunhão e a fraternidade entre a Arquidiocese da Paraíba do Sul e as demais Igrejas Particulares que compõem a Província Eclesiástica da Paraíba do Sul;

POR ISSO,

em virtude de nossa missão pastoral,

DECRETAMOS:

Art. 1º - Fica solenemente proclamado o Jubileu Arquidiocesano Sacerdotal da Arquidiocese da Paraíba do Sul, como tempo especial de oração, renovação espiritual, fraternidade e comunhão sacerdotal.

Art. 2º - O Jubileu terá início em 29 de agosto de 2026, com a Santa Missa de Abertura, presidida pelo Santo Padre, Papa Bento VIII, e será encerrado em 29 de agosto de 2027.

Art. 3º - Durante o período jubilar, serão promovidos momentos de oração, retiros espirituais, encontros de formação permanente, momentos de fraternidade sacerdotal e encontros de comunhão com o clero das Igrejas Particulares da Província Eclesiástica da Paraíba do Sul.

IDENTIDADE VISUAL OFICIAL DO JUBILEU ARQUIDIOCESANO SACERDOTAL 2026–2027


Art. 4º - A identidade visual deste Jubileu recorda que Cristo está no centro da vida e do ministério sacerdotal. Seus elementos expressam a identidade cristã e o caráter pastoral do ministério, enquanto a inscrição “Jubileu Arquidiocesano Sacerdotal 2026–2027” identifica oficialmente este tempo de graça vivido pela Igreja Particular da Paraíba do Sul.

 Convidamos toda a comunidade arquidiocesana a participar deste tempo de graça, rezando especialmente pelos jovens de nossa comunidade presente nas redes digitais, pelas vocações ao sacerdócio e pela santificação de todo o clero.

Confiamos este Jubileu à intercessão de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira da Arquidiocese, e de São João Maria Vianney, para que nossos jovens permaneçam fiéis a Cristo e generosos no serviço ao povo de Deus.

Dado e passado em Paraíba do Sul, na Cúria Metropolitana, ao 21 dias do mês de agosto, do ano de 2026, sob nosso selo e nossas armas.

✠ Dom Daniel Card. Bezerra
Arcebispo Metropolitano 

Frei José Gabriel, OC-M 
Chanceler do Arcebispado

Terminada a leitura do documento, o celebrante diz algumas palavras e após prossegue-se a liturgia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:
℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós. 
℟.: Senhor, tende piedade de nós. 
Pres.: Cristo, tende piedade de nós. 
℟.: Cristo, tende piedade de nós. 
Pres.: Senhor, tende piedade de nós. 
℟.:
Senhor, tende piedade de nós. 

HINO DO GLÓRIA

Canta-se  em seguida o hino. 
℟.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semeai em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Jeremias.
7
Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir;
foste mais forte, tiveste mais poder.
Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro,
todos zombam de mim.
8
Todas as vezes que falo, levanto a voz,
clamando contra a maldade e invocando calamidades;
a palavra do Senhor tornou-se para mim
fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro.
9
Disse comigo: "Não quero mais lembrar-me disso
nem falar mais em nome dele".
Senti, então, dentro de mim um fogo ardente
a penetrar-me o corpo todo:
desfaleci, sem forças para suportar.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

— A minh'alma tem sede de vós,
    como a terra sedenta, ó meu Deus!

2
Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! *
Desde a aurora ansioso vos busco!
A minh'alma tem sede de vós, † 
minha carne também vos deseja, *
como terra sedenta e sem água! R.

3
Venho, assim, contemplar-vos no templo, *
para ver vossa glória e poder.
4
Vosso amor vale mais do que a vida: *
e por isso meus lábios vos louvam. R.

5
Quero, pois, vos louvar pela vida, *
e elevar para vós minhas mãos!
6
A minh'alma será saciada, *
como em grande banquete de festa;
cantará a alegria em meus lábios, *
ao cantar para vós meu louvor! R.

8
Para mim fostes sempre um socorro; *
de vossas asas à sombra eu exulto!
9
Minha alma se agarra em vós; *
com poder vossa mão me sustenta. R.

SEGUNDA LEITURA

Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
1
Pela misericórdia de Deus, eu vos exorto, irmãos,
a vos oferecerdes em sacrifício vivo,
santo e agradável a Deus:
Este é o vosso culto espiritual.
2
Não vos conformeis com o mundo, 
mas transformai-vos,
renovando vossa maneira de pensar e de julgar,
para que possais distinguir o que é da vontade de Deus,
isto é, o que é bom, o que lhe agrada,
o que é perfeito.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

℟.: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

℣.: Naquele tempo,
21
Jesus começou a mostrar a seus discípulos
que devia ir a Jerusalém
e sofrer muito da parte dos anciãos,
dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei,
e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.
22
Então Pedro tomou Jesus à parte
e começou a repreendê-lo, dizendo:
"Deus não permita tal coisa, Senhor!
Que isso nunca te aconteça!"
23
Jesus, porém, voltou-se para Pedro, e disse:
"Vai para longe, satanás!
Tu és para mim uma pedra de tropeço,
porque não pensas as coisas de Deus,
mas sim as coisas dos homens!"
24
Então Jesus disse aos discípulos:
"Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo,
tome a sua cruz e me siga.
25
Pois, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la;
e quem perder a sua vida por causa de mim,
vai encontrá-la.
26
De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro,
mas perder a sua vida?
O que poderá alguém dar em troca de sua vida?
27
Porque o Filho do Homem
virá na glória do seu Pai, com os seus anjos,
e então retribuirá a cada um 
de acordo com a sua conduta".

℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉS

Pres.: Irmãos e irmãs, reunidos para celebrar o mistério pascal de Cristo, somos chamados a renunciar a nós mesmos, tomar a nossa cruz e seguir o Senhor. Com confiança, elevemos ao Pai as nossas preces, dizendo:


℟.: Senhor, escutai a nossa prece.


1. Pela santa Igreja de Deus, pelo Papa e por todos os seus pastores, para que o Espírito Santo os fortaleça na missão de conduzir o povo de Deus, oremos.


2. Pela Província Eclesiástica da Paraíba do Sul, pelas Dioceses do Planalto, de Coxipó e de Assunção Paulista, e pela Arquidiocese da Paraíba do Sul, para que cresçam na unidade, na fé e no ardor missionário, oremos.


3. Pelo Santo Padre, que nos visita como sinal de comunhão e unidade, para que sua presença entre nós renove a esperança e fortaleça todos os que trabalham pelo Evangelho, oremos.


4. Pelos bispos, sacerdotes, seminaristas, religiosos e leigos de nossa Província, para que, unidos ao sucessor de Pedro, sejam fiéis à vocação recebida e testemunhem Cristo com alegria, oremos.


Pres.: Deus, nosso Pai, acolhei as preces da vossa Igreja e concedei-nos a graça de seguir vosso Filho com fidelidade, tomando cada dia a nossa cruz e colocando a nossa vida a serviço do Evangelho. Por Cristo, nosso Senhor.


℟.: Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Este santo sacrifício, Senhor, nos traga a perene bênção da salvação e vosso poder leve à plenitude o que celebramos no sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO 

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Ainda que nossos louvores não vos sejam necessários, vós nos concedeis o dom de vos louvar. Nossos hinos de louvor não acrescentam nada à vossa infinita grandeza, mas nos ajudam alcançar a salvação, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, associados aos coros dos Anjos, nós vos louvamos com alegria, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos ,dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

Dom Daniel: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal;  que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bento, com o nosso Bispo Daniel, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

Dom Rhyan: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Dom Victor: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Somos chamados filhos de Deus e realmente o somos, por isso, podemos rezar confiantes:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

FRAÇÃO DO PÃO

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e
reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

ANTÍFONA DA COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Como é grande, ó Senhor, a riqueza da vossa bondade, que reservais para aqueles que vos temem.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Revigorados pelo pão da mesa celeste nós vos pedimos, Senhor, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir nos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA 

Pres: Ó Maria Santíssima,
pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo,
Em vossa querida imagem de Aparecida,
Espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil. 

Eu, embora indigno de pertencer
ao número de vossos filhos e filhas, 
mas cheio do desejo de participar
dos benefícios de vossa misericórdia, 
Prostrado a vossos pés,
Consagro-vos o meu entendimento, 
para que sempre pense no amor que mereceis; 
Consagro-vos a minha língua,
para que sempre vos louve
e propague a vossa devoção; 
Consagro-vos o meu coração,
para que, depois de Deus,
vos ame sobre todas as coisas. 

Recebei-me, ó Rainha incomparável,
Vós, que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, 
no ditoso número de vossos filhos e filhas;
Acolhei-me debaixo de vossa proteção; 
Socorrei-me em todas as minhas necessidades,
espirituais e temporais,
Sobretudo na hora de minha morte. 

Abençoai-me, ó celestial cooperadora,
e, com vossa poderosa intercessão, 
Fortalecei-me em minha fraqueza,
A fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida,
possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu,
por toda eternidade.

Assim seja!
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Concedei, Senhor, ao povo cristão conhecer a fé que professa e amar o dom celestial que celebra. Por Cristo, nosso Senhor.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

CANTO FINAL

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