Livreto Celebrativo | Posse Canônica

LIVRETO CELEBRATIVO

SANTA MISSA COM RITO DE POSSE CANÔNICA

CATEDRAL METROPOLITANA DE NOSSA SENHORA APARECIDA

XXIX DOMINGO DO TEMPO COMUM — ANO A

POSSE CANÔNICA DO REV.MO PADRE THOMAS PIETRO

18 DE OUTUBRO DE 2026 





RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.

ANTÍFONA DE ENTRADA

Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, inclinai o vosso ouvido e escutai-me! Protegei-me qual dos olhos a pupila e abrigai-me à sombra de vossas asas. (Cf. Sl 16, 6. 8)

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.

Ass.: Amém.

Pres.: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia e na celebração da posse canônica do novo pároco.

RITO DE TOMADA DE POSSE DO NOVO PÁROCO

APRESENTAÇÃO DO NOVO PÁROCO

Após a saudação inicial, o Chanceler da Cúria, Rev.mo Padre Filipe Gomes, ou outro sacerdote designado, diz:

Sac.: Reverendíssimo Senhor Bispo, foi nomeado para esta Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida o Rev.mo Padre Thomas Pietro, como pároco desta comunidade. Pedimos que se proceda à sua posse canônica.

LEITURA DA PROVISÃO CANÔNICA

O Chanceler da Cúria, Rev.mo Padre Filipe Gomes, procede à leitura da Provisão Canônica:

PROVISÃO DE PÁROCO

DOM ERICK CARDEAL BERGOGLIO

POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA

ARCEBISPO METROPOLITANO DE PARAÍBA DO SUL

PROVISÃO CANÔNICA

Prot. n.º 72/2026

A todos que estas letras lerem, em especial ao caríssimo filho Rev.mo Padre Thomas Pietro e a todos que tomarem conhecimento deste decreto, graça, saúde e paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em atenção aos ditames do Código de Direito Canônico, no uso de nossas atribuições como Arcebispo Metropolitano, considerando as necessidades pastorais desta Sé e a necessidade de assegurar a assistência espiritual aos fiéis desta comunidade, temos por bem NOMEAR o Rev.mo Padre Thomas Pietro para o ofício de pároco da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, com os direitos e deveres inerentes ao ofício, observadas as disposições do Direito Canônico e as determinações desta Arquidiocese.

O Rev.mo deverá, com zelo e prudência:

  1. Cuidar para que a Palavra de Deus seja anunciada com fidelidade, proporcionando aos fiéis a instrução nas verdades da fé católica, por meio da pregação e da catequese;

  2. Cuidar para que a Santíssima Eucaristia seja o centro da vida da comunidade paroquial;

  3. Empenhar-se na celebração dos sacramentos, na promoção da oração e na participação ativa dos fiéis na sagrada Liturgia;

  4. Organizar e preparar as celebrações litúrgicas com zelo, dignidade e fidelidade às normas da Igreja;

  5. Exercer o ofício de Bom Pastor, procurando conhecer os fiéis entregues aos seus cuidados, visitando as famílias, participando de suas angústias e dores, confortando os aflitos e corrigindo com prudência os que falharam;

  6. Reconhecer e promover a participação própria dos fiéis leigos na missão da Igreja, incentivando suas associações e movimentos e cooperando com o Bispo, o presbitério e toda a comunidade em espírito de comunhão;

  7. Zelar pela administração dos bens temporais da paróquia, observando as normas canônicas e as determinações da autoridade eclesiástica competente;

  8. Aplicar as Missas pelo povo, conforme as disposições do Direito Canônico, e cuidar para que os fiéis sejam devidamente informados;

  9. Executar, em virtude do ofício, tudo aquilo que lhe é atribuído pelo Direito Canônico e pelas determinações oriundas desta Sé Metropolitana.

Recomendamos vivamente ao novo pároco que, no exercício deste múnus pastoral, procure cumprir tudo aquilo que lhe inspirar o bom e reto zelo sacerdotal. Como cooperador nosso, pedimos que ajude os fiéis a constituírem uma comunidade acolhedora, missionária e solidária, plenamente inserida na Igreja Particular e Universal.

A presente provisão deverá ser tornada pública durante a celebração de posse canônica, para que a comunidade tome conhecimento da nomeação. A celebração será presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Júlio Kauã, Bispo Auxiliar, conforme a designação estabelecida para este ato.

A posse deverá ser registrada em ata, assinada pelas autoridades eclesiásticas competentes e pelo sacerdote empossado, sendo o documento arquivado na Chancelaria da Cúria Metropolitana, com cópia destinada aos arquivos da Catedral.

Cuide-se que esta provisão seja transcrita no Livro de Tombo da comunidade, para que conste oficialmente o início do ministério pastoral do novo pároco.

Recomendamos o pastoreio deste nosso irmão e da comunidade a ele confiada à intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora Aparecida, padroeira desta Catedral Metropolitana, para que ilumine sempre o caminho a ser seguido e fortaleça o trabalho evangelizador.

Dado e passado na Cúria Metropolitana de Paraíba do Sul, aos dezoito dias do mês de outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis.

✠ Dom Erick Cardeal Bergoglio
Arcebispo Metropolitano de Paraíba do Sul

Rev.mo Padre Filipe Gomes
Chanceler da Cúria Metropolitana

Ao fim da leitura da provisão, todos dizem:

Ass.: Graças a Deus.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, seguem-se as invocações próprias do ato penitencial.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass.: Amém.

HINO DE LOUVOR

Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados.

Senhor Deus, rei dos céus,

Deus Pai todo-poderoso:

nós vos louvamos, nós vos bendizemos,

nós vos adoramos, nós vos glorificamos,

nós vos damos graças por vossa imensa glória.

Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito.

Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai.

Vós que tirais o pecado do mundo,

tende piedade de nós.

Vós que tirais o pecado do mundo,

acolhei a nossa súplica.

Vós que estais à direita do Pai,

tende piedade de nós.

Só Vós sois o Santo,

só vós, o Senhor,

só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, 

com o Espírito Santo, 

na glória de Deus Pai.

Amém.

ORAÇÃO DA COLETA

Pres.: Oremos.

Deus eterno e todo-poderoso, tornai-nos dispostos a obedecer sempre à vossa vontade e a vos servir de coração sincero. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

Leitura do livro do profeta Isaías – 1Isto diz o Senhor sobre Ciro, seu ungido: “Tomei-o pela mão para submeter os povos ao seu domínio, dobrar o orgulho dos reis, abrir todas as portas à sua marcha e para não deixar trancar os portões. 4Por causa de meu servo Jacó e de meu eleito Israel, chamei-te pelo nome; reservei-te, e não me reconheceste. 5Eu sou o Senhor, não existe outro: fora de mim não há deus. Armei-te guerreiro, sem me reconheceres, 6para que todos saibam, do oriente ao ocidente, que fora de mim outro não existe. Eu sou o Senhor, não há outro”. – Palavra do Senhor.

Leitor: Palavra do Senhor.

Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

Ó família das nações, dai ao Senhor poder e glória!

1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! / Manifestai a sua glória entre as nações / e, entre os povos do universo, seus prodígios! – R.

2. Pois Deus é grande e muito digno de louvor, / é mais terrível e maior que os outros deuses, / porque um nada são os deuses dos pagãos. / Foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus. – R.

3. Ó família das nações, dai ao Senhor, / ó nações, dai ao Senhor poder e glória, / dai-lhe a glória que é devida ao seu nome! / Oferecei um sacrifício nos seus átrios. – R.

4. Adorai-o no esplendor da santidade, / terra inteira, estremecei diante dele! / Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!”, / pois os povos ele julga com justiça. – R.

SEGUNDA LEITURA

Leitura da primeira carta de São Paulo aos Tessalonicenses – 1Paulo, Silvano e Timóteo à igreja dos tessalonicenses, reunida em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo: a vós, graça e paz! 2Damos graças a Deus por todos vós, lembrando-vos sempre em nossas orações. 3Diante de Deus, nosso Pai, recordamos sem cessar a atuação da vossa fé, o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. 4Sabemos, irmãos amados por Deus, que sois do número dos escolhidos. 5Porque o nosso Evangelho não chegou até vós somente por meio de palavras, mas também mediante a força que é o Espírito Santo; e isso com toda a abundância. – Palavra do Senhor.


Leitor: Palavra do Senhor.

Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia.

Como astros no mundo, vós resplandeçais, / mensagem de vida ao mundo anunciando; / da vida a Palavra, com fé, proclameis, / quais astros luzentes no mundo brilheis (Fl 2,15s). – R.

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

EVANGELHO

Na celebração da posse, o novo pároco poderá proclamar o Evangelho, conforme a organização litúrgica adotada para a cerimônia.

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.

Ass.: Glória a vós, Senhor.

 Naquele tempo, 15os fariseus fizeram um plano para apanhar Jesus em alguma palavra. 16Então mandaram os seus discípulos, junto com alguns do partido de Herodes, para dizerem a Jesus: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que, de fato, ensinas o caminho de Deus. Não te deixas influenciar pela opinião dos outros, pois não julgas um homem pelas aparências. 17Dize-nos, pois, o que pensas: é lícito ou não pagar imposto a César?” 18Jesus percebeu a maldade deles e disse: “Hipócritas! Por que me preparais uma armadilha? 19Mostrai-me a moeda do imposto!” Levaram-lhe então a moeda. 20E Jesus disse: “De quem é a figura e a inscrição desta moeda?” 21Eles responderam: “De César”. Jesus então lhes disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.

Pres.: Palavra da Salvação.

Ass.: Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono. Na homilia, poderão ser consideradas a Palavra de Deus, a missão pastoral do pároco e as responsabilidades da comunidade para com seu pastor.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS

Após a homilia, o Bispo Auxiliar dirige-se ao novo pároco:

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na tua ordenação.

Queres desempenhar sempre o teu encargo como fiel cooperador da ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?

Pároco: Quero.

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?

Pároco: Quero.

Pres.: Queres unir-te cada vez mais a Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, oferecendo-te pela salvação da humanidade?

Pároco: Quero.

Pres.: Queres desempenhar com dignidade e sabedoria o ministério da Palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?

Pároco: Quero, com a graça de Deus.

Pres.: Prometes respeito e obediência a mim e aos meus legítimos sucessores?

Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza à perfeição e te fortaleça no ministério que hoje assumes.

Pároco: Amém.

PROFISSÃO DE FÉ E JURAMENTO DE FIDELIDADE

O novo pároco, diante do Bispo Auxiliar e da comunidade reunida, professa a fé da Igreja.

Sac.: Eu, Padre Thomas Pietro, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, conforme a doutrina da Santa Igreja Católica.

Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra,  de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz,  Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,  gerado, não criado, consubstancial ao Pai.  Por ele todas as coisas foram feitas.  E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo,  no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.  Ressuscitou ao terceiro dia,  conforme as Escrituras,  e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir,  em sua glória, para julgar os vivos e os mortos;  e o seu reino não terá fim.  Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho;  e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

Concluída a profissão de fé, o novo pároco acrescenta:

Sac.: Eu, Padre Thomas Pietro, ao assumir o ofício de pároco desta Catedral Metropolitana, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer nas palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com diligência e fidelidade, desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado à Igreja Universal e à Igreja Particular na qual sou chamado a exercer meu ministério.

Ao desempenhar meu ofício, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei, evitando quaisquer doutrinas contrárias a esse depósito. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja e observar as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas contidas no Código de Direito Canônico.

Com cristã obediência, seguirei as orientações legítimas dos sagrados pastores e prestarei fiel auxílio ao Bispo, para que a ação apostólica se realize em comunhão com a Igreja.

Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

ENTREGA DOS SÍMBOLOS

ENTREGA DAS CHAVES DA IGREJA

O Bispo Auxiliar entrega as chaves ao novo pároco, dizendo:

Pres.: Recebe as chaves desta Igreja, sinal do cuidado pela casa de Deus. Sê fiel na administração dos bens espirituais e materiais desta comunidade, para que esta seja sempre casa de oração e acolhida para todos.

O novo pároco recebe as chaves.

ENTREGA DAS CHAVES DO SACRÁRIO

O Bispo Auxiliar entrega as chaves do sacrário, dizendo:

Pres.: Recebe as chaves do sacrário, lugar da presença eucarística de Nosso Senhor Jesus Cristo. Cuida para que a Santíssima Eucaristia seja honrada e para que os fiéis encontrem neste mistério a fonte e o centro de toda a vida cristã.

O novo pároco recebe as chaves e faz uma inclinação diante do sacrário.

ENTREGA DO EVANGELIÁRIO

O Bispo Auxiliar entrega o Livro dos Evangelhos ao novo pároco, dizendo:

Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que crês e procura realizar aquilo que ensinas.

Pároco: Dá-me a tua bênção.

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.

Pároco: Amém.

ENTREGA DO ALTAR

O Bispo Auxiliar conduz o novo pároco ao altar, dizendo:

Pres.: Aproxima-te do altar do Senhor. Aqui celebrarás os santos mistérios; sê fiel na Eucaristia, centro e fonte da vida da Igreja.

O novo pároco beija o altar.

DECLARAÇÃO DE POSSE CANÔNICA

Concluídos os ritos próprios da posse, o Bispo Auxiliar dirige-se ao novo pároco e à comunidade reunida:

Pres.: Em virtude da provisão canônica expedida pela autoridade competente e cumpridas as disposições previstas para esta celebração, declaro o Rev.mo Padre Thomas Pietro empossado no ofício de pároco da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida.

Que o Senhor lhe conceda sabedoria, prudência e caridade pastoral, para que exerça seu ministério como verdadeiro pastor, servindo fielmente ao povo de Deus que lhe é confiado.

Ass.: Amém.

O novo pároco poderá dirigir algumas palavras à comunidade.

A celebração prossegue com a Liturgia Eucarística.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo as oferendas para a celebração da Eucaristia e, quando oportuno, outros donativos destinados às necessidades da comunidade e dos pobres.

CONVITE À ORAÇÃO

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Concedei-nos, Senhor, nós vos pedimos, que possamos, com liberdade de coração, servir ao vosso altar para que vossa graça nos purifique e nos renovem estes mistérios que celebramos em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass.: Amém.

PREFÁCIO

Segue-se o diálogo do prefácio e o prefácio próprio da celebração.

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Corações ao alto.

Ass.: O nosso coração está em Deus.

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade, ó Pai, é nosso dever dar-vos graças, é nossa salvação dar-vos glória. Só vós sois o Deus vivo e verdadeiro que existis antes de todo o tempo e permaneceis para sempre, habitando em luz inacessível. Mas, porque sois o Deus de bondade e a fonte da vida, fizestes todas as coisas para cobrir de bênçãos as vossas criaturas e a muitos alegrar com o esplendor da vossa luz. Eis, pois, diante de vós os inumeráveis coros dos Anjos que dia e noite vos servem e, contemplando a glória da vossa face, vos louvam sem cessar. Com eles também nós e, por nossa voz, tudo o que criastes celebramos vosso Nome e, exultantes de alegria, cantamos (dizemos) a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Nós proclamamos vossa grandeza, Pai santo, a sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas. Criastes o ser humano à vossa imagem e lhe confiastes todo o universo para que, servindo somente a vós, seu Criador, cuidasse de toda criatura. E quando pela desobediência perdeu a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte. A todos, porém, socorrestes com misericórdia, para que, ao procurar-vos, vos encontrassem. Muitas vezes oferecestes aliança à família humana e a instruístes pelos profetas na esperança da salvação.
A assembleia aclama:
℟.: A todos socorrestes com bondade!

Pres.: E de tal modo, Pai santo, amastes o mundo que, chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes vosso próprio Filho para ser o nosso Salvador. Encarnado pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, Jesus viveu em tudo a condição humana, menos o pecado; anunciou aos pobres a salvação, aos oprimidos, a liberdade, aos tristes, a alegria. Para cumprir o vosso plano de amor, entregou-se à morte e, ressuscitando, destruiu a morte e renovou a vida.
A assembleia aclama:
℟.: Por amor nos enviastes vosso Filho!

Pres.: E, a fim de não mais vivermos para nós, mas para ele, que phor nós morreu e ressuscitou, enviou de vós, ó Pai, como primeiro dom aos vossos fiéis, o Espírito Santo, que continua sua obra no mundo para levar à plenitude toda a santificação.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Por isso, nós vos pedimos, ó Pai, que o mesmo Espírito Santo santifique estas oferendas,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
Une as mãos
para celebrarmos este grande mistério que ele nos deixou em sinal da eterna aliança.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Quando, pois, chegou a hora em que por vós, ó Pai, ia ser glorificado, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou em suas mãos o cálice com vinho, deu-vos graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Ou:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Ou:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, agora, ó Pai, a memória da nossa redenção, anunciamos a morte de Cristo e sua descida entre os mortos, proclamamos a sua ressurreição e ascensão à vossa direita e, esperando a sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o seu corpo e Sangue, sacrifício do vosso agrado e salvação para o mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai, com bondade, a oblação que destes à vossa Igreja e concedei aos que vamos participar do mesmo pão e do mesmo cálice que, reunidos pelo Espírito Santo num só corpo, nos tornemos em Cristo uma oferenda viva para o louvor da vossa glória.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: E agora, ó Pai, lembrai-vos de todos pelos quais vos oferecemos este sacrifício: o vosso servo o Papa Bento VIII, o nosso Bispo Dom Erick, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos, e todos os ministros da vossa Igreja, os fiéis que, ao redor deste altar, se unem à nossa oferta, o povo que vos pertence e aqueles que vos procuram de coração sincero.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos que morreram na paz do vosso Cristo e de todos os defuntos dos quais só vós conhecestes a fé.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: E a todos nós, vossos filhos e filhas, concedei, ó Pai de bondade, alcançar a herança eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos, no vosso reino, onde, com todas as criaturas, libertas da corrupção do pecado e da morte, vos glorificaremos
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso, por quem dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

 Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:


Pres.: O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:


O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Distribui-se a Sagrada Comunhão, enquanto se executa o canto próprio.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Pres.: Oremos.

Concedei-nos, Senhor, colher os frutos da participação da Eucaristia, para que, auxiliados pelos bens temporais, possamos conhecer as riquezas do vosso Reino. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

LEITURA DA ATA DE POSSE CANÔNICA

Em seguida, o Chanceler da Cúria, Rev.mo Padre Felipe Gomes, procede à leitura da Ata de Posse Canônica.

ARQUIDIOCESE DE PARAÍBA DO SUL

CÚRIA METROPOLITANA — CHANCELARIA

ATA DE POSSE CANÔNICA DO REV.MO PADRE THOMAS PIETRO

Prot. n.º 72/2026

Aos dezoito dias do mês de outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Arcebispo Metropolitano de Paraíba do Sul Sua Excelência Reverendíssima Dom Erick Cardeal Bergoglio, na Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, às vinte horas, em solene Celebração Eucarística do XXIX Domingo do Tempo Comum, Ano A, sob a presidência de Sua Excelência Reverendíssima Dom Júlio Kaua, Bispo Auxiliar, com a presença de sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e fiéis desta comunidade e de outras comunidades, tomou posse canônica, como pároco da referida Catedral Metropolitana, o Rev.mo Padre Thomas Pietro, nomeado conforme provisão expedida pela autoridade competente.

Após a saudação inicial da celebração, o Chanceler da Cúria, Rev.mo Padre Felipe Gomes, procedeu à leitura da Provisão Canônica, pela qual o referido sacerdote foi nomeado para o ofício de pároco da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida.

Após a respectiva leitura, seguiu-se a celebração, durante a qual o novo pároco professou a fé da Igreja e prestou o juramento de fidelidade, comprometendo-se a exercer seu ministério em comunhão com a Igreja Católica e em obediência às legítimas disposições da autoridade eclesiástica.

No decorrer do rito, recebeu os símbolos próprios de sua missão pastoral, incluindo as chaves da Igreja, as chaves do sacrário e o Livro dos Evangelhos. Após a homilia, renovou as promessas sacerdotais diante do Bispo Auxiliar e da comunidade reunida.

Concluídos os ritos próprios da posse, Dom Júlio Kauã, Bispo Auxiliar e presidente da celebração, declarou solenemente o Rev.mo Padre Thomas Pietro empossado no ofício de pároco da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida.

A celebração prosseguiu com a Liturgia Eucarística, conforme as disposições próprias da Santa Missa.

Nada mais havendo a registrar, eu, Rev.mo Padre Filipe Gomes, Chanceler da Cúria Metropolitana, lavrei a presente ata, que, após lida e aprovada, vai por mim assinada, pelo Bispo Auxiliar que presidiu a celebração e pelo pároco empossado, ficando destinada aos arquivos da Chancelaria da Cúria Metropolitana, com cópia para os arquivos da Catedral.

Dado e passado na Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, aos dezoito dias do mês de outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis.

✠ Dom Júlio Kauã
Bispo Auxiliar — Presidente da celebração

Rev.mo Padre Thomas Pietro
Pároco empossado

Rev.mo Padre Filipe Gomes
Chanceler da Cúria Metropolitana 

Se oportuno, ao terminar, todos aplaudem e saúdam o novo pároco. Em seguida, o pároco empossado poderá dirigir suas primeiras palavras à comunidade.

BÊNÇÃO FINAL

O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

Ass.: Ele está no meio de nós.

O Bispo Auxiliar concede a bênção final:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.

Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

Pres. ou Diác.: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

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