Livreto Celebrativo | Posse Canônica do Rev.mo Pe. Francisco Geilson



LIVRETO CELEBRATIVO 

SANTA MISSA DE POSSE CANÔNICA DO REV.MO PE. FRANCISCO GEILSON 

ARQUIDIOCESE DE PARAÍBA DO SUL

30.10.2026


ANTÍFONA DE ENTRADA 

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

PROCISSÃO DE ENTRADA 

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o Bispo diz:
Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O Bispo, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

O Bispo poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

Pres.: Proceda-se a leitura da provisão canônica.



DOM ERICK BRENO CARDEAL BERGOGLIO
POR MERCÊ DE DEUS E DA SÉ APOSTÓLICA
ARCEBISPO METROPOLITANO DE PARAIBA DO SUL

PROVISÃO CANÔNICA

Ao clero e a todos que a este leem, 
Saudações e Bençãos da parte de Nosso Senhor. 
___________________________________

Prot. N° 071.6/2026

Sendo de nosso interesse de Pastor e Pai da parcela do Povo de Deus confiada à nossa solicitude pastoral, e considerando as necessidades espirituais e administrativas desta Igreja Particular, havemos por bem, como de fato pela presente provisão nomeamos, o Rev.mo Padre Francisco Geilson para o ofício de Pároco da Paróquia de São Benedito, nesta Arquidiocese Metropolitana de Paraíba do Sul.

Confiamos ao referido sacerdote o cuidado pastoral desta comunidade, com os direitos e deveres próprios do ofício, em conformidade com o Código de Direito Canônico e com as normas e diretrizes em vigor nesta nossa Arquidiocese.

Considerando, ainda, os serviços prestados à Igreja Particular, confirmamos-lhe as responsabilidades de Secretário Arquidiocesano e membro do Colégio de Consultores, que deverá exercer com prudência, dedicação e espírito de comunhão eclesial.

Conforme o cânon 519 do Código de Direito Canônico, lembramos que, como pároco, Vossa Reverendíssima assume o dever de exercer o ministério de Profeta, Sacerdote e Pastor.

COMO PROFETA, deverá proclamar a Palavra de Deus com fidelidade, promover a catequese e conduzir os fiéis ao conhecimento das verdades da fé, mantendo-se sempre unido ao Magistério da Igreja.

COMO SACERDOTE, deverá celebrar com piedade e dignidade os santos mistérios, especialmente a Santíssima Eucaristia, administrar os sacramentos e favorecer a vida de oração da comunidade que lhe é confiada.

COMO PASTOR, deverá acolher os fiéis com caridade, visitar os enfermos, amparar os necessitados, acompanhar as famílias e procurar os que se encontram afastados da vida comunitária, para que todos encontrem na Igreja um lugar de acolhida e reconciliação.

Deverá também zelar pela conservação dos bens da paróquia, pela correta administração dos recursos temporais, pela organização das atividades pastorais e pela observância das normas litúrgicas e canônicas.

Enquanto Secretário Arquidiocesano, deverá colaborar na organização e conservação dos documentos, registros e comunicações oficiais da Arquidiocese, observando as atribuições que lhe forem confiadas pela autoridade metropolitana e mantendo a devida discrição nos assuntos administrativos.

Como membro do Colégio de Consultores, deverá contribuir para o discernimento dos assuntos que forem legitimamente submetidos ao referido organismo, agindo com prudência, responsabilidade e fidelidade à missão da Igreja.

Recomendamos vivamente que exerça estes encargos com espírito de serviço, sem perder de vista que toda responsabilidade eclesiástica deve estar orientada para a salvação das almas e para a edificação do Corpo de Cristo.

Pedimos aos fiéis da Paróquia de São Benedito que acolham seu novo pároco com caridade fraterna, sustentando-o com suas orações e colaborando ativamente com o trabalho evangelizador da comunidade.

Cuide-se que esta provisão seja publicada durante a celebração de posse canônica, registrada no Livro de Tombo da paróquia e conservada nos arquivos da Chancelaria Arquidiocesana.

Confiamos este ministério à intercessão de São Benedito, para que seu exemplo de humildade, caridade e confiança em Deus fortaleça o novo pároco e toda a comunidade paroquial.

Dado e passado na Cúria Metropolitana da Paraíba do Sul, sob a materna proteção da Nossa Senhora Aparecida, aos quinta dias do mês de outubro, memória de Santa Teresa de Jesus do Ano do Senhor de 2026.

Em Cristo, 


Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Graças a Deus!

ATO PENITENCIAL

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o Bispo profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.

Para o canto se pode usar a aclamação grega: Kyrie eléison.

Pres.: Senhor, nossa paz, tende piedade de nós.
O povo responde:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.: Cristo, nossa Páscoa, tende piedade de nós.
O povo:
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Pres.: Senhor, nossa vida, tende piedade de nós.
O povo:
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
 
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:
Ass.: Amém.

ORAÇÃO DO DIA

Terminado, de mãos unidas, o Bispo diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o Bispo abrindo os braços reza a oração: 
Deus eterno e todo-poderoso, aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade e, para merecermos alcançar o que prometeis, fazei-nos amar o que ordenais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA


 Tenho a certeza de que aquele que começou em vós uma
boa obra, há de levá-la à perfeição até ao dia de Cristo Jesus.

Leitor: Início da Carta de São Paulo aos Filipenses 1,1-11

1
Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus,
a todos os santos em Cristo Jesus 
que estão em Filipos,
com os seus bispos e diáconos:

2
graça e paz a vós da parte de Deus nosso Pai
e do Senhor Jesus Cristo.

3
Dou graças ao meu Deus,
todas as vezes que me lembro de vós.

4
Sempre em todas as minhas orações
rezo por vós, com alegria,

5
por causa da vossa comunhão conosco
na divulgação do evangelho,
desde o primeiro dia até agora.

6
Tenho a certeza de que aquele
que começou em vós uma boa obra,
há de levá-la à perfeição até ao dia de Cristo Jesus.

7
É justo que eu pense assim a respeito de vós todos,
pois a todos trago no coração,
porque, tanto na minha prisão
como na defesa e confirmação do Evangelho,

participais na graça que me foi dada.
8
Deus é testemunha de que tenho saudade de todos vós,
com a ternura de Cristo Jesus.

9
E isto eu peço a Deus:
que o vosso amor cresça sempre mais,
em todo o conhecimento e experiência,

10
para discernirdes o que é o melhor.
E assim ficareis puros e sem defeito
para o dia de Cristo,

11
cheios do fruto da justiça 
que nos vem por Jesus Cristo,
para a glória e o louvor de Deus.

 

Leitor: Palavra do Senhor.

℟.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL

℟. Grandiosas são as obras do Senhor!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

1
Eu agradeço a Deus de todo o coração *
junto com todos os seus justos reunidos!

2
Que grandiosas são as obras do Senhor, *
elas merecem todo o amor e admiração! ℟. 

3
Que beleza e esplendor são os seus feitos! *
Sua justiça permanece eternamente!
4
O Senhor bom e clemente nos deixou *
a lembrança de suas grandes maravilhas. ℟. 

5
Ele dá o alimento aos que o temem *
e jamais esquecerá sua Aliança.
6
Ao seu povo manifesta seu poder, *
dando a ele a herança das nações. 
℟. 



ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

℟.  Aleluia, aleluia, aleluia.
℣. Minhas ovelhas escutam minha voz,
    eu as conheço e elas me seguem.

Enquanto isso, o Bispo, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O pároco, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do Bispo, que entrega o Evangeliário ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que crês e procura realizar aquilo que ensinas.

O pároco pede a bênção em voz baixa. 
Pároco: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Pároco: Amém.

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

1
Aconteceu que, num dia de sábado,
Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus.
E eles o observavam.
2
Diante de Jesus, havia um hidrópico.
3
Tomando a palavra,
Jesus falou aos mestres da Lei e aos fariseus:
"A Lei permite curar em dia de sábado, ou não?"
4
Mas eles ficaram em silêncio.
Então Jesus tomou o homem pela mão,
curou-o e despediu-o.
5
Depois lhes disse:
"Se algum de vós tem um filho ou um boi 
que caiu num poço,
não o tira logo, mesmo em dia de sábado?"
6
E eles não foram capazes de responder a isso.

℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias. 

Terminada a homilia, o presidente prossegue para o juramento de fidelidade: 

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito que prometeste na ordenação. Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero.

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero.

Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero.

Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Pároco: Quero, com a graça de Deus.

O Bispo diocesano:
Pres.: Prometes reverência e obediência ao teu Bispo e aos seus sucessores?
Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

PROFISSÃO DE FÉ

Eu, Pe. Francisco Geilson, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pelo Colégio dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

JURAMENTO DE FIDELIDADE 

Eu, Pe. Francisco Geilson, ao assumir o ofício de Pároco da Paróquia de São Benedito, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja Católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com obediência cristã seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e estes Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

Bispo entrega as chaves da igreja ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe as chaves desta Igreja, sinal do cuidado pela casa de Deus. Sê fiel na administração dos bens espirituais e materiais desta comunidade, para que esta seja sempre casa de oração e acolhida para todos.

O Bispo entrega as chaves do sacrário ao pároco dizendo:
Pres.: Recebe as chaves do sacrário, lugar da presença eucarística de Nosso Senhor Jesus Cristo. Cuida para que a Santíssima Eucaristia seja honrada e para que os fiéis encontrem neste mistério a fonte e o centro de toda a vida cristã.

Em seguida, o Bispo Declara empossado o novo Pároco.
Pres.: Em virtude da provisão canônica expedida pela autoridade competente e cumpridas as disposições previstas para esta celebração, declaro o Rev.mo Padre Francisco Geilson empossado no ofício de pároco da Paróquia de São Benedito.

Que o Senhor lhe conceda sabedoria, prudência e caridade pastoral, para que exerça seu ministério como verdadeiro pastor, servindo fielmente ao povo de Deus que lhe é confiado.

Ass.: Amém.
Neste momento, o novo pároco saúda os vossos novos fiéis e segue-se a missa normalmente.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas. 
Olhai benigno, nós vos pedimos, Senhor, os dons que vos apresentamos, e nossa celebração seja, antes de tudo, para a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO COMUM I
A restauração universal em Cristo

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.:  Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele quisestes renovar todas as coisas, e a nós destes participar da sua plenitude. Sendo de condição divina, despojou-se da sua glória e, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro; exaltado acima de todas as criaturas, tornou-se a fonte da salvação eterna para aqueles que lhe obedecem. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai; pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:  
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão 
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue: 
Pres.: Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO E O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Pres.: ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Pres.: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:  
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

Pres.: Mistério da fé e do amor!
Ou:
Ass.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
Ou:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:  
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:  
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!


1C:  Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal;
que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bento, com o nosso Bispo Erick, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:  
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:  
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos.
por Jesus Cristo, vosso Filho.  

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

ORAÇÃO DO SENHOR

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: 
dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Pres.:  Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

COMUNHÃO

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração: 
Os vossos sacramentos, Senhor, realizem o que significam, a fim de que um dia possamos entrar em plena posse do mistério que agora em ritos celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama
Ass.: Amém. 

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo

LEITURA DA ATA DE POSSE CANÔNICA
Em seguida, o Chanceler da Cúria, Rev.mo Padre Felipe Gomes, procede à leitura da Ata de Posse Canônica.

ARQUIDIOCESE DE PARAÍBA DO SUL
CÚRIA METROPOLITANA — CHANCELARIA

ATA DE POSSE CANÔNICA DO REV.MO PADRE FRANCISCO GEILSON

Prot. n.º 075/2026

    Aos trinta do mês de outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis, sendo Arcebispo Metropolitano de Paraíba do Sul Sua Excelência Reverendíssima Dom Erick Cardeal Bergoglio, na Paróquia de São Benedito, às dezenove horas e trinta minutos, em solene Celebração Eucarística da Sexta-feira da XXX semana do Tempo Comum, Ano A, sob a presidência de Sua Excelência Reverendíssima Dom Júlio Kaua, Bispo Auxiliar, com a presença de sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e fiéis desta comunidade e de outras comunidades, tomou posse canônica, como pároco da referida Catedral Metropolitana, o Rev.mo Padre Francisco Geilson, nomeado conforme provisão expedida pela autoridade competente.

    Após a saudação inicial da celebração, o Chanceler da Cúria, Rev.mo Padre Felipe Gomes, procedeu à leitura da Provisão Canônica, pela qual o referido sacerdote foi nomeado para o ofício de pároco da Paróquia de São Benedito.

    Após a respectiva leitura, seguiu-se a celebração, durante a qual o novo pároco professou a fé da Igreja e prestou o juramento de fidelidade, comprometendo-se a exercer seu ministério em comunhão com a Igreja Católica e em obediência às legítimas disposições da autoridade eclesiástica.

No decorrer do rito, recebeu os símbolos próprios de sua missão pastoral, incluindo as chaves da Igreja, as chaves do sacrário e o Livro dos Evangelhos. Após a homilia, renovou as promessas sacerdotais diante do Bispo Auxiliar e da comunidade reunida.

Concluídos os ritos próprios da posse, Dom Júlio Kauã, Bispo Auxiliar e presidente da celebração, declarou solenemente o Rev.mo Padre Francisco Geilson empossado no ofício de pároco da  Paróquia de São Benedito.

A celebração prosseguiu com a Liturgia Eucarística, conforme as disposições próprias da Santa Missa.

Nada mais havendo a registrar, eu, Rev.mo Padre Filipe Gomes, Chanceler da Cúria Metropolitana, lavrei a presente ata, que, após lida e aprovada, vai por mim assinada, pelo Bispo Auxiliar que presidiu a celebração e pelo pároco empossado, ficando destinada aos arquivos da Chancelaria da Cúria Metropolitana, com cópia para os arquivos da Paróquia.

Dado e passado na Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, aos dezoito dias do mês de outubro do ano do Senhor de dois mil e vinte e seis.

✠ Dom Júlio Kauã
Bispo Auxiliar — Presidente da celebração

Rev.mo Padre Thomas Pietro
Pároco empossado

Rev.mo Padre Filipe Gomes
Chanceler da Cúria Metropolitana 

Se oportuno, ao terminar, todos aplaudem e saúdam o novo pároco. Em seguida, o pároco empossado poderá dirigir suas primeiras palavras à comunidade.

BÊNÇÃO FINAL

Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.

Na Missa pontifical, o Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós.

O celebrante diz:
Bispo: Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:
Bispo: Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Que fez o céu e a terra.

Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Bispo: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Todos:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida
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